Como é que a Covid-19 mudou a forma como nos deslocamos?

Conheça os principais impactos do coronavírus na mobilidade urbana.

A pandemia obrigou milhões de pessoas em todo o mundo a ficar em casa, interrompendo as suas rotinas diárias e fazendo-as adotar novos comportamentos. Aquilo que até então seria “normal”, passou a ter de ser repensado e adaptado. A mobilidade urbana foi uma delas.

O estudo Mobility Insights Report, levado a cabo em 22 países e no qual participaram 5.407 inquiridos, mostra o impacto da Covid-19 na redução do uso do transporte público, e na preferência dos portugueses pelos veículos próprios.

O estudo também indicia uma transformação mais profunda na forma como os portugueses veem a mobilidade urbana no ‘novo normal’.

28 de Janeiro de 2021

Mobilidade urbana num mundo em pré lock down

No mundo pré-Covid-19, assistíamos a uma evolução significativa da mobilidade urbana, a um progresso rápido em direção a um novo paradigma de movimentação de pessoas e mercadorias. 

O ano de 2019 foi particularmente importante para a mobilidade em Portugal:

  • Existiam até à data mais de 50 apps de mobilidade – desde transportes coletivos, a car sharing ou mobilidade elétrica
  • 2,7 milhões foi o número que deu a Portugal a camisola amarela na produção de bicicletas, subindo ao pódio ao lado de Itália e Alemanha
  • Superamos os 1.250 pontos de carregamento (tomadas) e os 500 postos de carregamento de rede pública de mobilidade elétrica

    A chegada e rápida propagação do Covid-19 acrescentou novas prioridades e restrições, e obrigou pessoas e empresas repensar a mobilidade urbana. Estas foram as principais consequências na mobilidade urbana, tanto positivas como negativas.

Principais impactos da Covid-19 na mobilidade urbana

Menos transportes públicos, mais carros próprios

O estudo levado a cabo em 22 países confirma o que podemos observar em muitas cidades de todo o mundo: com a pandemia, passamos a recorrer menos aos transportes públicos. Desde o início da pandemia, 65% de entrevistados em mais de 20 países afirmaram que a probabilidade de usarem transportes públicos decresceu. Mais de 75% das pessoas está agora mais propensa a utilizar o seu veículo particular. Em Portugal, quase 90% dos condutores estão agora mais propensos a conduzir o seu próprio carro do que a utilizar transportes públicos.

O futuro é cada vez mais elétrico

Alguns dos impactos positivos da Covid-19 fizeram-se sentir ao nível ambiental. Com a quarentena, os índices de poluição atmosférica reduziram significativamente em todo o mundo. 

Em Portugal, a redução das emissões de dióxido de azoto chegou aos 80%, em Lisboa, e aos 60% em alguns locais do Porto.

Cidades como Bruxelas, Paris, Madrid e Milão também sofreram uma queda significativa nos níveis médios de dióxido de nitrogénio (NO2) durante o período de quarentena.

Esta paragem acabou também por levar as pessoas a refletirem mais sobre a sua pegada ambiental e os riscos que os seus comportamentos representam para o planeta. O estudo Mobility Insights da LeasePlan mostrou que mais da metade dos entrevistados (53%) levam as mudanças climáticas mais a sério, como uma ameaça global, desde o início da pandemia.

Em Portugal, a redução das emissões de dióxido de azoto chegou aos 80%, em Lisboa, e aos 60% em alguns locais do Porto.

Cidades como Bruxelas, Paris, Madrid e Milão também sofreram uma queda significativa nos níveis médios de dióxido de nitrogénio (NO2) durante o período de quarentena.

Esta paragem acabou também por levar as pessoas a refletirem mais sobre a sua pegada ambiental e os riscos que os seus comportamentos representam para o planeta. O estudo Mobility Insights da LeasePlan mostrou que mais da metade dos entrevistados (53%) levam as mudanças climáticas mais a sério, como uma ameaça global, desde o início da pandemia.

Portugal foi um dos países que mais sentiu o impacto: 78% dos entrevistados considera estar mais ciente do seu impacto ambiental e 62% dos portugueses sentiram uma melhoria na qualidade do ar. 

Para 47% dos entrevistados este aumento de consciencialização ambiental tornou-os mais propensos a mudar para um veículo elétrico, com emissões zero. O objetivo é comum: reduzir a sua própria pegada ambiental e manter qualidade do ar que conseguimos alcançar no com a pandemia.

Aliando a sua missão de moldar o futuro da mobilidade urbana à crescente procura por veículos elétricos, a LeasePlan disponibiliza uma ampla variedade de veículos elétricos, soluções de carregamento, consultoria na transição da frota elétrica e acompanhamento às empresas, #StartElectric!

Os consumidores estão atentos à pegada ecológica dos serviços de entrega

Com a quarentena, o volume de compras online e entregas disparou. Em Portugal, o crescimento foi de 150% desde março, face ao período homólogo. Como consequência, os métodos de entrega das encomendas estão a ser repensados.

Dos inquiridos, 47% mostraram-se preocupados com o aumento do congestionamento e da poluição dos veículos de entrega pós-Covid-19, e assumem que os consumidores estão mais atentos aos impactos dos serviços de entrega que contratam. A preferência é por veículos de entrega LCV – Light Commercial Vehicles (Veículos Comerciais Ligeiros) e elétricos.

No inquérito realizado junto dos distribuidores, 61% estão dispostos a partilhar os seus LCVs com outras empresas para reduzir este congestionamento, e 75% está a considerar mudar a frota para LCVs elétricos com emissões zero.

A solução #StartElectric para empresas reduz a complexidade de transição e gestão para frotas elétricas. A LeasePlan ajuda-o com tudo: desde a seleção dos veículos até à solução de carregamento certa e implementação para a sua empresa. Desta forma, pode concentrar-se no que é importante para o seu negócio.

Condutores mais conscientes do conforto do carro próprio com a pandemia

Desde o aparecimento da Covid-19, as pessoas estão mais cientes do conforto de ter um carro próprio e sentem-se mais seguras no seu carro em vez de outros meios de transporte públicos.  A maioria dos entrevistados (57%) pretende comprar ou alugar um carro novo nos próximos 5 anos. Quem ainda não tem um carro particular, procura dar este salto.

Em Portugal, os números são superiores à média europeia: 61% das pessoas pretende comprar um carro próprio nos próximos 5 anos.

Que futuro para a mobilidade partilhada após uma pandemia?

A lista de impactos da Covid-19 na área da mobilidade urbana é longa, mas estes exemplos ilustram bem as mudanças que a pandemia teve no setor. Este “novo normal” continuará a refletir os impactos de um mundo em pausa.

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